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quarta-feira, 31 de julho de 2013

MAIS MÉDICOS! ENTENDA A POLÍTICA DO GOVERNO!





‘Somos ricos, somos cultos. Fora os imbecis corruptos’. Este foi o grito de guerra de um grupo de médicos que protestava ontem em frente ao Ministério da Saúde.
Milena Santana Ainda bem que eles estavam com nariz de palhaço, pq esse grito foi uma piada mesmo.
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                                     Entenda melhor a política do governo! – Mais Médicos.
O governos federal atendendo ao clamor das ruas decidiu amenizar a grave situação da falta de médicos nas periferias das grandes e, sobretudo nos municípios mais pobres da união.
Ao que parece o governo mal sabia que estaria mexendo num vespeiro. Os médicos saíram as ruas.
Conhecida historicamente como “pequena burguesia” esse segmento da sociedade sempre foi um entrave nas conquistas sociais dos trabalhadores e dos setores populares da sociedade. Assim foi na Revolução Russa, Revolução Cubana e por ai vai... No Brasil foi responsável pela marcha da família que deu aos militares sustentação política e social para dar o golpe de 1964.
Espanta como são politicamente míopes. São incapazes de enxergar adiante uma proposta política que seria capaz de favorecer a ampla maioria da sociedade.
Veja o que diz um jovem trabalhador que estudou fora do país: “Quem estuda medicina no nosso país são os filhos das elites, em sua maioria. É uma afronta para a elite um negro, um pobre, um trabalhador rural, filho de Sem Terra estudar medicina na faculdade, principalmente pelo status conferidos por essa profissão”, afirma Augusto César, médico brasileiro formado em Cuba e militante do MST.
“A maior parte das pessoas que tem acesso às escolas de medicina são de classe média e classe média-alta. Um pobre numa universidade particular não consegue se sustentar pelo alto preço das mensalidades. Sem contar que hoje temos mais universidades privadas do que públicas na área da saúde, dificultando ainda mais o acesso”, diz a médica formada em Cuba Andreia Campigotto, que também é militante do MST. Ou seja o governo esta diante de um segmento social organizado e extremamente reacionário.
Na verdade é nesse ponto que reside nossa preocupação: estar do lado correto. Não podemos confundir nossos interesses de classe. Nesse sentido a proposta de aumentar a “Atenção Básica à Saúde” é fundamental.






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